29/10/2020 05:32

Especialista em gestão indica como as empresas devem agir

O mundo foi assolado por uma infestação virótica respiratória com a COVID-19, que, por si só, não é mortal, porém, traz elementos complicadores à vida humana, por conta de sua rápida propagação. E, diante desse cenário, o que é possível fazer para minimizar os impactos negativos dessa crise mundial? Especialista em gestão de empresas, Priscilla Moreira destaca alguns pontos que devem ser levados em consideração para minimizar o impacto nos negócios. “Como o vírus tem a característica peculiar de rápida infestação, precisamos tomar medidas preventivas, com o objetivo de desacelerar a disseminação da doença e, dessa forma, não sobrecarregar o sistema de saúde, que é limitado para os atendimentos. Felizmente, nossos governantes estão atentos e agindo em tempo adequado, o que vai ajudar na superação do problema”, destaca. 

“De outro lado, entretanto, estão os empresários que precisaram fechar suas empresas, para atender ao necessário confinamento, e continuar, ainda assim, cumprindo com suas obrigações. Essa conta parece não fechar... e não fecha mesmo! Diante disso, sugiro ficar atento às flexibilizações legais decretadas, bem como às oportunidades que possam surgir em meio à confusão”, pontua. 

Priscilla Moreira avalia que “todos aqueles negócios que têm condições de atender o cliente de forma não presencial, deverão investir para fazê-lo, porque, de qualquer maneira, será mais barato do que não atender ninguém. Entregas e atendimento remoto (telefone, WhatsApp, aplicativos, sites, skype, teamviewer, etc.) são os caminhos mais comuns, que muita gente já está adotando. Entretanto, analise detidamente seu próprio negócio e reflita: o que mais eu posso fazer para resolver o problema do meu cliente, que está confinado e, muitas vezes, com medo, dentro do meu escopo de atuação e recursos disponíveis?” 

Outro ponto que a especialista aborda é que, como tudo na vida, há o outro lado da moeda. Junto com a crise pode vir alguma oportunidade. “Pensar em termos positivos em meio a tanto medo e, às vezes, até histeria não é tão fácil assim. Porém, fica o desafio: olhar para o contexto e analisar o que você pode fazer para oferecer uma solução prática, rápida e a um custo acessível à sociedade. Quanto maior a crise, maiores os problemas e, portanto, maior a chance de ofertar uma solução”. 

Priscilla Moreira frisa que, neste momento, um dos principais fatores que vai determinar o aproveitamento das oportunidades é a velocidade de decisão e, principalmente, ação. “O momento é agora, já! Daqui a 30 ou 40 dias, na pior das hipóteses, a reclusão vai acabar e a vida vai começar a voltar ao normal. Por isso, o ditado “Agora ou nunca!” cabe com perfeição ao contexto atual. Portanto, pense com objetividade, converse com alguém capacitado, que possa lhe fornecer assertivo aconselhamento de qualidade e parta imediatamente para a ação.” 

Priscilla também destaca a importância das flexibilizações legais que o governo está decretando, reduzindo o impacto negativo nos resultados na economia. “Se precisar paralisar a empresa, e não tem condição de realizar nenhuma de suas atividades (nem mesmo remotamente) e seu segmento será profundamente impactado pela crise, mesmo após o fim do período dessa paralisação, considere a possibilidade de demitir de 30% a 50% dos empregados e dê férias ao restante. Tente trabalhar parcialmente, em conformidade com as determinações governamentais, coloque todos aqueles funcionários que for possível em home office, dê férias àqueles que forem ficar ociosos, ou reduza a carga horária, conforme cada caso. Sempre há um jeito de reduzir o impacto negativo desta crise nos negócios. Portanto, esteja atento, seja rápido e assertivo em sua tomada de decisão e, especialmente, tomada de ação”, concluiu Priscilla Moreira.

 

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