01/12/2020 11:23

Fiscalização nas eleições 2020

HERMANO CONSTANTINO - hermanobaiano@yahoo.com.br

A fiscalização das eleições terá um reforço tecnológico neste ano: o uso de drones pela Polícia Federal em todo o território brasileiro, para fiscalizar crimes como boca de urna e transporte irregular de eleitores. Mais de 100 equipamentos serão utilizados nas ações de fiscalização no dia do 1º turno, 15 de novembro. Os drones irão sobrevoar diversos municípios, sem divulgação prévia de onde eles estarão. 

As imagens capturadas serão transmitidas a equipes da Polícia Federal para avaliação e adoção das medidas adequadas a cada situação. Em Minas Gerais, todas as irregularidades detectadas serão comunicadas ao Gabinete Institucional de Segurança, que irá acompanhar a investigação de cada uma. O Gabinete Institucional de Segurança é coordenado pelo juiz auxiliar da Presidência do TRE, Joemilson Donizetti Lopes. 

MINAS GERAIS - Os moradores e comerciantes das Ruas Três e Cinco, Residencial Minas Gerais, perto do Monte Sião, em Montes Claros, estão reclamando da prefeitura que uma boca-de-lobo naquele cruzamento está entupida, complicando a situação no período chuvoso, quando há acumulo de água e inundações. O serviço para instalação da boca-delobo ficou boa, segundo eles, mas quando chove a situação fica feia. Eles solicitam à Secretaria de Serviços Urbanos (SSU) providências. 

DECRETO - O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 153/20 susta o Decreto 10.322/20, cujo objetivo é inserir a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) no Programa Nacional de Desestatização. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A importância fundamental da Nuclep ficou ressaltada por seu papel no Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), disse o autor, deputado André Figueiredo (PDT-CE). Desestatizar a empresa não se revela de boa administração, continua. 

PROPOSTA - A proposta cita que a Nuclep, instalada no Rio de Janeiro, foi responsável pela fabricação do casco de resistência do submarino nuclear Riachuelo (SBRS40), o primeiro de quatro embarcações a serem construídas como parte de uma política de fortalecimento da soberania naval do País. A proposta será analisada pelas comissões de Minas e Energia; de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços e Constituição; e de Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para apreciação do Plenário.

 

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