27/09/2021 05:02

Deputado Gil Pereira comemora investimentos de R$ 5,2 bilhões

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Minas Gerais, que lidera no país a geração de energia solar fotovoltaica, dará mais um importante passo no mercado das fontes renováveis, justamente quando se busca com urgência a diversificação da matriz da geração elétrica nacional, sob a pressão da grave crise hídrica e energética, além das mudanças climáticas. Desta vez, o Estado vai avançar em relação a outra estratégica fonte de energia sustentável ainda subutilizada: a eólica. “Líderes nacionais do setor solar, avançaremos agora na geração a partir de outras fontes renováveis, neste caso a eólica, garantindo mais energia limpa, preservação dos recursos hídricos, renda, empregos e recursos, através dos tributos gerados, para as prefeituras investirem em saúde, educação e infraestrutura. A empresa alemã Sowitec implantará 3 projetos na nossa região, sendo um híbrido (solar e eólico), abrangendo os municípios de Monte Azul, Espinosa, Santo Antônio do Retiro, Rio Pardo de Minas e Mato Verde, que atenderá cerca de 1 milhão de residências por ano, em média”, destacou o deputado Gil Pereira. Por sua vez, as duas plantas fotovoltaicas da empresa, “Minas do Sol”, em Pirapora, e “Presidente JK” (no município de mesmo nome), terão capacidade para atender juntas cerca de 500 mil residências por ano. A estimativa de potência operacional total dos projetos chega a 3 GW, aproximadamente. DÉCADA DE LUTA - Presidente da Comissão das Energias Renováveis e dos Recursos Hídricos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Gil Pereira complementou suas observações a respeito: “A previsão é que a primeira etapa dos projetos entre em operação no fim de 2024 e que todas as fases estejam concluídas até 2027, estimando-se a geração de mais de 400 empregos na implantação. Colhemos hoje o resultado da luta que travei na última década, através da inovação que fiz nas leis estaduais, inicialmente de incentivo à energia solar, que estendi às outras fontes sustentáveis, além do esforço pela regularização das propriedades na região”. Neste caso, Gil Pereira referiuse à Lei nº 23.762/21, também de sua autoria, sancionada em janeiro de 2021, que ampliou o incentivo de isenção do ICMS às usinas de biomassa, biogás e eólicas (até 5 MW), ainda na dependência de regulamentação do Confaz, nos moldes do que já vigora desde 2017 para a geração distribuída solar fotovoltaica (GD).

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